Musics....

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O enigma da primeira flecha ( Caris Garcia)

O enigma da primeira flecha
(Caris Garcia) 


Ilustração Teigi















E talhado em uma árvore milenar, o aviso aos viajantes:

"...Derramo aqui, na extensão do caos organizado
A percepção extra-sensorial
de sentidos não explorados...
Toque sem tocar...
Veja sem olhar...Sinta...
Ampliem vossos braços..."

...Entregue aos braços de Morpheu...
Serpentes translúcidas em fluídicas luzes
ouvindo o universo de Galileu
as previsões do candelabro... Abuse!

Acalentam o caminho revestido de sutis frequências
onde Grian nos dá boas vindas...
Hortênsias multicores liberam suas essências
A liberdade solta que com a natureza brinda


Ouça meu canto, a melodia muda...
que chega em correntezas oceânicas não exploradas
Libertando camadas...  Lilith nos saúda...
nas profundezas das consciências elevadas

 Ciclos intermináveis e enigmas tão densos
atendendo de prontidão ao meu chamado
volto a existir em outros planos e penso
lanço nas brisas as ondas em tom rosado

com o poder que só os que transcendem os sentidos
poderiam um dia compreender a terça parte
aprofundar-se-iam rumo ao desconhecido
ao entrar no mundo das infinitas artes...

Mesmo com 108 flechas voando em minha direção
Vejo que o vazio  não existe
Aprofundo os ensaios sobre a visão
Se vou continuar ? Assiste...
  
Mergulhando nos portais dos segundos
Ouço o diálogo de Diderot e o cego
Pela boca de um louco moribundo...
...É nestes teus milagres que trafego...

Exércitos contra.... Um tom tão desafiador
Temos o mesmo fluído inatingível e primitivo...
De origem tão remota... Maior até que o amor...
Impossível se contabilizar algo tão explosivo...

Tu carregas a minha força, minha cura...
E até para seus disparates mais sombrios 
Entrego meu enigmático sorriso de travessura
Somos um tronco único...Só a ti me confidencio

O cansaço e a dor são apenas distrações
De que serventia mais teriam?
Lágrimas? Adiantariam...?
Guarde a saudade para findar no rio das emoções.
  
O segredo da esfinge permanece guardado
Armazenando suavidade para nosso futuro
Nosso encontro nas ruas de El Dorado...
Eu e você... O ritual mais puro...
... 

Por fim quando desdenhosamente
Atrevo me a olhar anjos caídos
E estrelas cadentes de elos perdidos...
Ainda assim vejo você... Sol onipotente...



https://www.youtube.com/watch?v=AJtDXIazrMo

3 comentários:

Anônimo disse...

....
sehr interessant Puzzle
meine Glückwünsche
....

José Valle Valdés disse...

Se me da bien logrado el poema, amiga. Discursa bien y con buen gusto.


Abrazos

jackeline disse...

oi miga

Marcas encravadas numa árvore, serão quase milenares, lá estará registrada, "a marca de um amor"... milenar! E, aqui, nessa "era cibernética", certeza milenar! UHUUU!!!

bjos

jacke